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Queridos amigos (as) e seguidores (as) do blog Pratada, o La Cucina Piemontese is OPEN!
Estamos abertos desde o dia 03/06 e nestes últimos dias recebemos muitos amigos e clientes! Nosso restaurante está localizado em um “refúgio montanhoso” em Alphaville e não foi por coincidência nossa inspiração na cozinha do Piemonte (Noroeste da Itália). O nome Piemonte, no dialeto local, quer dizer “pés dos montes” por estar localizado próximo aos Alpes que dividem a Itália da Suíça e França. Esta matéria foi publicada esta semana na Revista Contemporânea e mostra um pouco do que temos a oferecer. Espero a visita de todos!

Esta entrevista foi concedida ao Jornal da Tarde – JT do grupo Estado de São Paulo em 06/04/2010.
A matéria é muito interessante, pois mostra o crescimento e a velocidade que a informação e o conhecimento vem alcançando nos últimos anos através da internet. Agora em qualquer lugar do mundo, via internet, você consegue compartilhar informações, idéias, conhecimento e imagens. Algumas pessoas ainda acham este mundo digital (Neste caso o Twitter) algo de outro mundo, mas não é! É simples e auto-explicativo! Precisamos apenas de alguns minutos, as vezes segundos, para tentar entender e aí começar a usar.
Nos dias de hoje a palavra COMPARTILHAR é essencial! Precisamos muito de compartilhar… Ainda mais quando não exigimos nada em troca. Somente o ato de compartilhar já é um benefício sem dimensões. No twitter sigo chefs de cozinha, gourmets, donos de restaurantes, gastrônomos, fornecedores, além de muitos apreciadores da boa comida. Tudo é válido quando o intuito é compartilhar conhecimento e informação.
IMPORTANTE: A matéria distorceu uma informação! Eu não fui o organizador do evento dos GastroTwitteiros! Fui apenas um dos mais de 40 participantes que COMPARTILHARAM idéias e AÇÕES para que este evento acontecesse… Todos os créditos devem ser dados aos amigos twitteiros Chef Paulo Pecora e Chef Ronaldo Rossi !
Tenham em mente que conhecimento SÓ EXISTE por que um dia ele foi COMPARTILHADO.
Abraços, Luciano Ricci

É isso mesmo! Ristorante La Cucina Piemontese… Novo desafio da família Ricci (Luciano @Pratada e Leslie) e família Saad (Rogério e Adriana) em Alphaville.
Tudo começou no início de 2008 quando Eu e Rogério, amantes da gastronomia, nos unimos para organizar encontros gastronômicos entre amigos chamado de “Sexta Gourmet”. Estes eventos aconteciam todas as últimas sextas-feiras de cada mês com aproximadamente 6 casais de amigos que moram no mesmo condomínio aqui em Alpaville. Os homens cozinhavam e as mulheres apenas se deliciavam! O cardápio era diversificado e sempre composto por uma entrada, um prato principal e uma ou várias sobremesas, impreterivelmente acompanhados de um belo vinho. No decorrer dos encontros, tivemos a sorte de criar na maioria das vezes pratos extremamente criativos e saborosos, porém como em qualquer cozinha, poucos pratos ficaram a desejar. Foi muito bom este período, pois isso tudo valeu para aproximar nossas famílias e tornar um simples encontro de amigos em algo diferente e prazeroso.
O prazer começou a ficar intenso e insaciável, pelo menos para mim e para o Rogério, e foi quando em Outubro de 2008 parti para uma viagem à Itália com meu pai e meu tio. Só nós 3 sem mulheres! Fomos inicialmente buscar as origens da família RICCI em Bergantino (Província de Rovigo, norte da Itália), mas aproveitamos o tour para conhecer algumas cidades como Milão, Roma, Florença e Montalcino (famosa pelo vinho Brunello di Montalcino). Já conhecia grande parte da Itália, mas nesta viagem consegui conhecer minhas raízes e aproveitar o conhecimento gastronômico que eu levava na bagagem. Continue lendo Ristorante La Cucina Piemontese
Paella à Marinera ou Marinheira…! O programa para elaboração desta Paella começou cedo! Primeiro porque não tínhamos botijão de gás e depois porque era segunda-feira de carnaval e estávamos em São Paulo precisando fazer algo. O gás da minha casa é GLP encanado e acho que fazia uns 20 anos que eu não via um botijão de gás. O último foi na casa da minha avó… RS! Bom, achamos um distribuidor perto de Alphaville e eles entregaram em casa um botijão lindo… Cinza escuro e novo em folha! Missão número 1 cumprida.
A missão número 2 era achar uma peixaria aberta em Barueri ou em São Paulo, mas sabíamos que em última instância acharíamos tudo no Empório Santa Maria, porém com preços elevados. A peixaria em Barueri estava fechada, então decidimos ir direto para São Paulo na Peixaria Horizonte Azul, onde sempre encontramos peixes da melhor qualidade e a um preço que cabe no bolso. Porém, estávamos com medo de estar fechada. Bingo, estava aberta! Chegando à peixaria (10 hs da manhã) fomos os primeiros clientes do dia, tudo muito fresco e os rabalos e as anchovas, ainda inteiras, sendo colocadas no balcão refrigerado com gelo picado.
Continue lendo Paella à Marinera
Este artigo foi publicado na Revista Brasileira de História, vol.26 no. 51, São Paulo. Achei muito interessante este artigo, pois minha família tem origem italiana e meus bisavós (italianos natos) chegaram em São Paulo no dia 17/12/1898 no navio Sempione, embarcado de Genova, em busca de novas oportunidades de emprego. Do porto de Santos, tiveram uma pequena passagem pela Hospedaria em São Paulo (Atual Museu do Imigrante) e seguiram para Jaú trabalhar nas fazendas de café. Hoje meus bisavós e avós são falecidos, mas me deixaram ainda uma grande curiosidade sobre as fazendas de café do interior de São Paulo. Vejam o artigo…
RESUMO
Este artigo analisa como, com a chegada do imigrante italiano ao interior de São Paulo quando da grande imigração que se deu a partir de meados da década de 1880, teve início uma troca de hábitos alimentares, tanto em meio a esses imigrantes como na sociedade hospedeira. Para tanto, restringimos nosso estudo à cidade de Jaú, uma vez que esse município, no período em questão, recebeu um representativo fluxo de imigrantes italianos.
ARTIGO
Sabemos que nos encontros entre culturas as diferenças de hábitos e costumes não só mostram-se mais evidentes, mas também põem em andamento, numa trajetória não-linear, um processo de interação entre elas. Como hábitos alimentares nada mais são do que uma expressão da cultura, nos encontros de cozinhas étnicas os sabores e odores, ao mexer com as sensibilidades, provocam em um primeiro momento um estranhamento, porém logo passam a conquistar os paladares. Continue lendo A cozinha italiana no interior paulista
Promessa é dívida! Fiz neste domingo uma das maiores delícias da culinária italiana e um dos meus pratos favoritos. Muitas vezes visito restaurantes em São Paulo e no mundo pensando em provar novos sabores, mas quando vejo no cardápio a palavra OSSOBUCO… Mudo de idéia rápido! O ossobuco é simplesmente o músculo bovino, a perna do boi, o corte acima da canela e abaixo do joelho. Este prato teve como base a receita do meu amigo Chef Paulo Pecora e a polenta, como sempre, a receita da minha querida avó, Dona Anália.
Continue lendo Ossobuco com polenta
Todas as minhas fotos no http://www.flickr.com/photos/pratada
Sábado, dia nublado, final de semana prolongado do feriado da cidade de São Paulo e uma missão… Preparar um almoço especial aos amigos! Recebemos a ilustre visita “di Adriano” aquele baiano, amigo do amigo, que nós conhecemos em Salvador e que nos fez uma bela recepção na casa dos seus avós (Veja Férias na Bahia… Parte II: http://www.pratada.com.br/?p=207). O cardápio foi Leitão assado no forno à lenha, farofa de copioba, carne de fumeiro e tiramissú, porém fomos surpreendidos com Abarás aperitivos e uma pimentinha malagueta de azeite de dendê, que Adriano “O filho de sabiá” nos trouxe.
Acordei cedo especialmente para os preparativos e acender o forno à lenha, pois o leitão já tinha sido temperado no dia anterior. Acendi o forno com muita lenha as 8:00 hs e esperei 1 hora para que o fogo aquecesse o forno. Coberto com com papel alumínio, o leitão foi para o forno e lá ficou por 4 horas até que eu adicionei mais lenha e retirei o papel alumínio para iniciar o processo da “pururuca” (Cozimento da pele do porco para deixá-la crocante). Vai a receita para o tempero do leitão:
Continue lendo Leitão assado no forno à lenha
No último sábado, tive uma grande surpresa ao retirar a minha garrafa de vodka Sminorff da geladeira. Ela estava totalmente congelada! Nunca vi isto acontecer antes! Sou um consumidor de vodka há anos e diante deste fato tentei buscar explicações na internet, antes de enviar um e-mail ao SAC da Diageo pedindo esclarecimentos, e ou, explicações. Não achei nada na net! Mas seguindo o dito popular que vodka não congela, mandei um e-mail na última segunda-feira com algumas fotos do meu iphone. Quem tiver curiosidade pode ver a foto no twitpic: http://twitpic.com/zk0sd
Vejam a resposta na íntegra:
Prezado Sr. Luciano,
SAC DIAGEO Brasil
0800 704 7200
Primeiramente agradecemos seu contato e interesse pela marca.
Informamos que o ponto de congelamento da solução água + álcool 37,5%, que é a graduação alcoólica da Vodka Smirnoff, é de aproximadamente -20ºC. Existem vários casos em que freezers desregulados causam esse problema, pois atingem esta temperatura em seu interior.
Destacamos que todas as vodkas do mercado possuem água em sua composição e quanto melhor a vodka menos impurezas a mesma possui em seu líquido, o que torna mais fácil seu congelamento.
Atenciosamente,
Não fiquei convencido com a explicação, pois o meu congelador é um Brastemp residencial e dúvido que possa chegar a -20 graus. Caso alguém possua algum conhecimento sobre o assunto, estou aberto a receber seus comentários. Abs Lucci
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